29 Agosto 2004
Passei alguns dias no Rio de Janeiro e voltei hoje para casa.
Quando cheguei, estava meu irmão cuidando do meu cachorro que apanhou de dois pit bulls no litoral de São Paulo.
Estou aqui em casa no maior chamego com meu pequeno gigante, que de pé, mede 1.72 metros.
Na real, ele é um bobão, que se acha um poodle e quer ser amigo de qualquer cachorro.
A força da mandíbula do pit bull perfurou o "supercílio" e o "queixo" do Pato(nome do meu cão), que está jogado no sofá tirando maior onda comigo.
Sempre brigo para ele sair de cima do sofá, mas hoje ele tá lá, esparramadão, que nem rei.
Tenho que enfiar uma agulha com soro no supercílio dele, para limpar e o soro desce pela córnea. Maior aflição.
Violência entre os animais... é a lei do mais forte.
Também fiquei impressionada com uma cena que vi no jornal semana passada.
Um elefante de circo(que devia ser muito mal tratado), se irritou durante uma apresentação, e começou a derrubar tudo o que via pela frente, com convidados apavorados em cima dele.
No final da história, ele saiu do circo enlouquecido pela rua, e foi abatido com vários tiros pelos funcionários do circo, que ainda tentavam impedir a filmagem.
A lei do mais forte... aquele que possui uma arma.
Acabo de ver outra cena de uma cobra que atacou um reporter do SBT.
Fico pensando os riscos que corri, compartilhando o mesmo ambiente com leões e leopardos bebês. Eu hein...
Estou escrevendo sobre animais, mas na real estava querendo escrever sobre um assunto que li aqui no blog. Vou citar o assunto e assim que der, vou deixar um texto que recebi, para mostrar para vocês.
Um cara falou, surpreso e indignado, que a nossa Amazônia já esá sendo citada nos livros escolares americanos, como propriedade mundial, ou algo parecido.
Eu também já ouvi isso, e acredito que seja real, devido a importância da nossa floresta para o mundo, com água e madeira em abundância.
E pensando bem, ensinando as crianças americanas dessa forma, é mais fácil que eles lutem contra nós no futuro, com convicção, tendo esses livros como base.
Separei um texto sobre a proteção das nossas florestas e sobre a lei que estava para ser votada no Congresso, liberando a construção civil em áreas naturais protegidas por lei.
E o doido que atacou o nosso atleta na pista? Eu acho que ele poderia levar o ouro se não fosse aquela anta irlandesa.
A copa, ops, a Olimpíada, já deve ter acabado. A Daiane é demais. A dupla do volei de praia, um arraso. O futebol feminino sofreu uma injustiça. Os caras do volei são muito unidos, educados e competentes. Robert Scheidt, muito disciplinado.
Assisti poucos jogos. Torci bastante e algumas vezes me emocionei. Essa turma do esporte luta muito, ainda mais no Brasil, um país que não incentiva tanto o esporte quanto deveria.
Eles já são grandes vencedores de chegar até lá.
Para o nosso amigo que diz estar com depressão, só posso te dizer para procurar um médico, falar com teus pais, sei lá. Não tenho a menor condição de dar algum conselho a respeito de saúde. Desconheço o assunto para dar palpites. Estimo melhoras para ti, e escreve quando melhorar.
Mas não brinque com isso. Esse assunto é sério.
Vou encerrar, pois tenho que organizar a vida para a "segundona inevitável".
Beijos, se cuidem, boa semana!
Fê
Quando cheguei, estava meu irmão cuidando do meu cachorro que apanhou de dois pit bulls no litoral de São Paulo.
Estou aqui em casa no maior chamego com meu pequeno gigante, que de pé, mede 1.72 metros.
Na real, ele é um bobão, que se acha um poodle e quer ser amigo de qualquer cachorro.
A força da mandíbula do pit bull perfurou o "supercílio" e o "queixo" do Pato(nome do meu cão), que está jogado no sofá tirando maior onda comigo.
Sempre brigo para ele sair de cima do sofá, mas hoje ele tá lá, esparramadão, que nem rei.
Tenho que enfiar uma agulha com soro no supercílio dele, para limpar e o soro desce pela córnea. Maior aflição.
Violência entre os animais... é a lei do mais forte.
Também fiquei impressionada com uma cena que vi no jornal semana passada.
Um elefante de circo(que devia ser muito mal tratado), se irritou durante uma apresentação, e começou a derrubar tudo o que via pela frente, com convidados apavorados em cima dele.
No final da história, ele saiu do circo enlouquecido pela rua, e foi abatido com vários tiros pelos funcionários do circo, que ainda tentavam impedir a filmagem.
A lei do mais forte... aquele que possui uma arma.
Acabo de ver outra cena de uma cobra que atacou um reporter do SBT.
Fico pensando os riscos que corri, compartilhando o mesmo ambiente com leões e leopardos bebês. Eu hein...
Estou escrevendo sobre animais, mas na real estava querendo escrever sobre um assunto que li aqui no blog. Vou citar o assunto e assim que der, vou deixar um texto que recebi, para mostrar para vocês.
Um cara falou, surpreso e indignado, que a nossa Amazônia já esá sendo citada nos livros escolares americanos, como propriedade mundial, ou algo parecido.
Eu também já ouvi isso, e acredito que seja real, devido a importância da nossa floresta para o mundo, com água e madeira em abundância.
E pensando bem, ensinando as crianças americanas dessa forma, é mais fácil que eles lutem contra nós no futuro, com convicção, tendo esses livros como base.
Separei um texto sobre a proteção das nossas florestas e sobre a lei que estava para ser votada no Congresso, liberando a construção civil em áreas naturais protegidas por lei.
E o doido que atacou o nosso atleta na pista? Eu acho que ele poderia levar o ouro se não fosse aquela anta irlandesa.
A copa, ops, a Olimpíada, já deve ter acabado. A Daiane é demais. A dupla do volei de praia, um arraso. O futebol feminino sofreu uma injustiça. Os caras do volei são muito unidos, educados e competentes. Robert Scheidt, muito disciplinado.
Assisti poucos jogos. Torci bastante e algumas vezes me emocionei. Essa turma do esporte luta muito, ainda mais no Brasil, um país que não incentiva tanto o esporte quanto deveria.
Eles já são grandes vencedores de chegar até lá.
Para o nosso amigo que diz estar com depressão, só posso te dizer para procurar um médico, falar com teus pais, sei lá. Não tenho a menor condição de dar algum conselho a respeito de saúde. Desconheço o assunto para dar palpites. Estimo melhoras para ti, e escreve quando melhorar.
Mas não brinque com isso. Esse assunto é sério.
Vou encerrar, pois tenho que organizar a vida para a "segundona inevitável".
Beijos, se cuidem, boa semana!
Fê
20 Agosto 2004
Bem, cá estou para dizer oi e responder algumas perguntinhas dos blogueiros.
Para começar, tudo o que sei do filme "A dona da história": não estou segurando informação, mas é que no caso de um filme, nós somos sempre os últimos a saber do rumo das coisas, pois o filme entra em pós-produção e ninguém mais se fala até que fique pronto.
A última coisa que eu soube quando fui dublar minhas falas é que a estréia nacional seria dia 1 de Outubro, e que uma semana antes seriam as pré-estréias em sampa e no Rio. Isso pode ter mudado, mas eu ainda não fui avisada.
Já desencanei de saber mais pois minha parte eu já fiz, e como sou apenas uma convidada não posso ficar ligando e enchendo o saco para perguntar detalhes. Já pedi que colocassem aqui no blog umas quatro fotos que eu tenho de making off do filme.
É muito louco isso não? Os atores fazem seus filmes e devem esperar às vezes até um ano para ver o resultado. Tava falando outro dia sobre isso. Se vocês ficam curiosos, imaginem quem faz e não pode observar seu desempenho.
Ainda falando em cinema, essa história de que eu rasparia a cabeça saiu de algum lugar que eu desconheço, e foi parar nos jornais do país inteiro. Se eu fizer esse filme com o Beto Brant caberá a ele decidir como será caracterizada a personagem, por isso não quero comentar sobre isso. Não cabe a mim dar essa informação. Para variar são notas precipitadas de veículos irresponsáveis. Ninguém da imprensa me ligou para saber se era verdade.
Recebi por email uma montagem que fizeram de uma foto minha para ver como eu ficaria careca.Dei muita risada. Além de rasparem o cabelo, fizeram uma orelha de duende em mim, que eu não acreditei.
Pedi até que fosse colocada aqui no blog para vocês rirem também. (Coloca aí Miguel!)

Li outro dia um recado de um cara dizendo que ao voltar de uma festa no sul, capotou o carro e se quebrou inteiro, perdendo alguns meses numa cama para se recuperar.
Fiquei pensando nisso e acho que, na verdade, tu ganhou uns meses de bônus do papai lá de cima para dar bastante valor a tua vida e não desperdiça-la de bobeira num susto como este.
Eu já fui bastante irresponsável para dirigir, mas com o tempo fui me dando conta que o carro é uma máquina sob o nosso controle. Cada um de nós tem o direito de brigar para continuar vivendo, e beber demais ou estar com sono para dirigir são coisas que nos colocam em grande risco. Basta uma piscada de olho para colocar tudo a perder. Eu mesma não entro nem a pau num carro que tem um bebum dirigindo. Não corro este risco.
Apesar do orkut estar em todas, eu nunca visitei esse lugar. Já ouvi dizer que é legal, que dá para encontrar os antigos colegas de infãncia e coisa e tal, mas eu gasto pouco tempo no computador. Só pego emails e atualizo o Blog. Acho tão difícel criarmos amizades virtuais... mas uma hora vou conferir essa mania nacional.
Quanto ao documentário do Michael Moore, achei maneiro. Vários momentos mostram imagens ainda desconhecidas do grande público. Fiquei pensando como ele conseguiu essas imagens. Como por exemplo, aqueles soldados americanos tirando onda com os jovens iraquianos em pleno campo de concentração, ou falando da música que eles ouvem enquanto matam as pessoas. Será que o Moore comprou esses moleques, que gravaram imagens com suas câmeras caseiras? Os pobres coitados adolescentes, declaram algumas vezes, que nem sabem por que estão ali...
Como o diretor diz no final, "uma hierarquia se faz com o medo e com a ignorância do povo".
Me impressionou também a ligação da família Bush com os Bin Laden, e o momento mais horrível foi quando Bush recebeu a notícia de que as torres foram destruídas enquanto lia historinhas para crianças de uma escola. Ele fica com aquele olhar perdido pensando em como se explicar diante essa guerra pessoal entre famílias que lutam por mais e mais poder. Que homem horroroso, não?
Gostei do documentário, mas não amei. Acho que o diretor quer fazer graça demais e as vezes a coisa fica sem graça. Prefiro Tiros em Columbine.
Parece que em breve vai sair um documentário falando de Michael Moore. Quero ver essa.
Falando ainda em filmes, assisti outro dia aquele filme do Spike Jhonze, Adaptação. Achei sensacional.
Que mais... quero agradecer aqueles que dizem estar com saudades de mim na tv, e dizer que eu também já estou com saudades de fazer tv. Só não voltei ainda por que a coisa tá feia, viu gente. As opções são de dar medo. Cada vez que eu zapeio a tv, fico tentando me enxergar em algum cantinho das programações. Vamos ver no que dá esse tempo que me dei de férias. Por enquanto está sendo maravilhoso. Continuo trabalhando bastante, só que em coisa mais alternativas que vão começar a sair em breve.
São opções de vida. Tenho alguns ideais e não quero esquece-los jamais.
Outro dia alguém do Blog contou essa história do email mandado à produção do programa da Hebe pedindo a minha presença. Realmente eles são super queridos comigo, e me chamam sempre para dar entrevistas nos programas de tv. Eu não vou por que não tenho o que dizer. Aparecer por aparecer realmente não é a minha, e vocês já devem ter notado.
Bem, to indo para o Sul ver minha família esse final de semana e vou me intocar por lá tomando muito chimarrão para não sentir tanto frio.
Deixo um beijo para todos.
Se cuidem.
Não citei nomes de blogueiros por que eu teria que fechar esse texto, voltar no blog para conferir e fiquei com medo de perde-lo.
Beijos
Fê
Para começar, tudo o que sei do filme "A dona da história": não estou segurando informação, mas é que no caso de um filme, nós somos sempre os últimos a saber do rumo das coisas, pois o filme entra em pós-produção e ninguém mais se fala até que fique pronto.
A última coisa que eu soube quando fui dublar minhas falas é que a estréia nacional seria dia 1 de Outubro, e que uma semana antes seriam as pré-estréias em sampa e no Rio. Isso pode ter mudado, mas eu ainda não fui avisada.
Já desencanei de saber mais pois minha parte eu já fiz, e como sou apenas uma convidada não posso ficar ligando e enchendo o saco para perguntar detalhes. Já pedi que colocassem aqui no blog umas quatro fotos que eu tenho de making off do filme.
É muito louco isso não? Os atores fazem seus filmes e devem esperar às vezes até um ano para ver o resultado. Tava falando outro dia sobre isso. Se vocês ficam curiosos, imaginem quem faz e não pode observar seu desempenho.
Ainda falando em cinema, essa história de que eu rasparia a cabeça saiu de algum lugar que eu desconheço, e foi parar nos jornais do país inteiro. Se eu fizer esse filme com o Beto Brant caberá a ele decidir como será caracterizada a personagem, por isso não quero comentar sobre isso. Não cabe a mim dar essa informação. Para variar são notas precipitadas de veículos irresponsáveis. Ninguém da imprensa me ligou para saber se era verdade.
Recebi por email uma montagem que fizeram de uma foto minha para ver como eu ficaria careca.Dei muita risada. Além de rasparem o cabelo, fizeram uma orelha de duende em mim, que eu não acreditei.
Pedi até que fosse colocada aqui no blog para vocês rirem também. (Coloca aí Miguel!)

Li outro dia um recado de um cara dizendo que ao voltar de uma festa no sul, capotou o carro e se quebrou inteiro, perdendo alguns meses numa cama para se recuperar.
Fiquei pensando nisso e acho que, na verdade, tu ganhou uns meses de bônus do papai lá de cima para dar bastante valor a tua vida e não desperdiça-la de bobeira num susto como este.
Eu já fui bastante irresponsável para dirigir, mas com o tempo fui me dando conta que o carro é uma máquina sob o nosso controle. Cada um de nós tem o direito de brigar para continuar vivendo, e beber demais ou estar com sono para dirigir são coisas que nos colocam em grande risco. Basta uma piscada de olho para colocar tudo a perder. Eu mesma não entro nem a pau num carro que tem um bebum dirigindo. Não corro este risco.
Apesar do orkut estar em todas, eu nunca visitei esse lugar. Já ouvi dizer que é legal, que dá para encontrar os antigos colegas de infãncia e coisa e tal, mas eu gasto pouco tempo no computador. Só pego emails e atualizo o Blog. Acho tão difícel criarmos amizades virtuais... mas uma hora vou conferir essa mania nacional.
Quanto ao documentário do Michael Moore, achei maneiro. Vários momentos mostram imagens ainda desconhecidas do grande público. Fiquei pensando como ele conseguiu essas imagens. Como por exemplo, aqueles soldados americanos tirando onda com os jovens iraquianos em pleno campo de concentração, ou falando da música que eles ouvem enquanto matam as pessoas. Será que o Moore comprou esses moleques, que gravaram imagens com suas câmeras caseiras? Os pobres coitados adolescentes, declaram algumas vezes, que nem sabem por que estão ali...
Como o diretor diz no final, "uma hierarquia se faz com o medo e com a ignorância do povo".
Me impressionou também a ligação da família Bush com os Bin Laden, e o momento mais horrível foi quando Bush recebeu a notícia de que as torres foram destruídas enquanto lia historinhas para crianças de uma escola. Ele fica com aquele olhar perdido pensando em como se explicar diante essa guerra pessoal entre famílias que lutam por mais e mais poder. Que homem horroroso, não?
Gostei do documentário, mas não amei. Acho que o diretor quer fazer graça demais e as vezes a coisa fica sem graça. Prefiro Tiros em Columbine.
Parece que em breve vai sair um documentário falando de Michael Moore. Quero ver essa.
Falando ainda em filmes, assisti outro dia aquele filme do Spike Jhonze, Adaptação. Achei sensacional.
Que mais... quero agradecer aqueles que dizem estar com saudades de mim na tv, e dizer que eu também já estou com saudades de fazer tv. Só não voltei ainda por que a coisa tá feia, viu gente. As opções são de dar medo. Cada vez que eu zapeio a tv, fico tentando me enxergar em algum cantinho das programações. Vamos ver no que dá esse tempo que me dei de férias. Por enquanto está sendo maravilhoso. Continuo trabalhando bastante, só que em coisa mais alternativas que vão começar a sair em breve.
São opções de vida. Tenho alguns ideais e não quero esquece-los jamais.
Outro dia alguém do Blog contou essa história do email mandado à produção do programa da Hebe pedindo a minha presença. Realmente eles são super queridos comigo, e me chamam sempre para dar entrevistas nos programas de tv. Eu não vou por que não tenho o que dizer. Aparecer por aparecer realmente não é a minha, e vocês já devem ter notado.
Bem, to indo para o Sul ver minha família esse final de semana e vou me intocar por lá tomando muito chimarrão para não sentir tanto frio.
Deixo um beijo para todos.
Se cuidem.
Não citei nomes de blogueiros por que eu teria que fechar esse texto, voltar no blog para conferir e fiquei com medo de perde-lo.
Beijos
Fê
17 Agosto 2004
Mandei essa do Bush para vocês, pois assisti ao documentário 9/11 , no mesmo dia que recebi essa brincadeirinha.Não consegui escrever o que achei do filme mas resolvi mandar o Bush de qualquer maneira.
Beijos, Fê
Beijos, Fê
10 Agosto 2004
De volta na terra da garoa.
Passei o final de semana debaixo das cobertas, na praia, bem gripada.
Quando voltei fui direto no Hospital das Clínicas fazer exames para ver se o mosquito da Malária tinha me picado em Moçambique. Ainda bem que não. Era uma sinusite, que espero, não volte nunca mais.
Aquela teimosia de não levar o famoso casaquinho que a mãe sempre lembra, dá em gripe na certa.
Minha viagem foi linda.
Agora não posso escrever, mas aos poucos vou contando.
A única coisa que não posso deixar de dizer, é que somos muito, muito africanos. E que, por mais branquinha e loira que eu seja, em algum momento, nossas similaridades aparecem. Seja na lingua, na alimentação ou no rítmo. Maravilhoso!
Acordei com o sol todos os dias e dormi com o nascer da lua cheia. Em alguns dias era possível ter os dois, se exibindo entre o coqueiral e disputando tamanho.
Não descansei, como podem imaginar. Trabalhei, e muito. Valeu a pena.
Volto com a cabeça cheinha de lembranças que jamais se apagarão.
Agora tenho que ir. Correr atrás mesmo. Mais uma semana passando rapidamente...
Não sei o que houve no Blog que os recados de vocês sumiram. Tô sentindo falta demais!
Miguel!!!!! Por favor, dá um jeito nisso!
Cadê eles?
Beijos para todos...
Fê
Passei o final de semana debaixo das cobertas, na praia, bem gripada.
Quando voltei fui direto no Hospital das Clínicas fazer exames para ver se o mosquito da Malária tinha me picado em Moçambique. Ainda bem que não. Era uma sinusite, que espero, não volte nunca mais.
Aquela teimosia de não levar o famoso casaquinho que a mãe sempre lembra, dá em gripe na certa.
Minha viagem foi linda.
Agora não posso escrever, mas aos poucos vou contando.
A única coisa que não posso deixar de dizer, é que somos muito, muito africanos. E que, por mais branquinha e loira que eu seja, em algum momento, nossas similaridades aparecem. Seja na lingua, na alimentação ou no rítmo. Maravilhoso!
Acordei com o sol todos os dias e dormi com o nascer da lua cheia. Em alguns dias era possível ter os dois, se exibindo entre o coqueiral e disputando tamanho.
Não descansei, como podem imaginar. Trabalhei, e muito. Valeu a pena.
Volto com a cabeça cheinha de lembranças que jamais se apagarão.
Agora tenho que ir. Correr atrás mesmo. Mais uma semana passando rapidamente...
Não sei o que houve no Blog que os recados de vocês sumiram. Tô sentindo falta demais!
Miguel!!!!! Por favor, dá um jeito nisso!
Cadê eles?
Beijos para todos...
Fê
